Por que o coworking não deve ser tratado como uma tendência passageira?

O universo corporativo é um dos que mais precisa estar sempre em busca de melhorias e na ISSO! não é diferente. Como diferentes tendências de empreendedorismo despontam cada vez em maior quantidade e velocidade, é normal que algumas não durem muito e outras fiquem, assim como o coworking em São Paulo, que já não pode mais ser encarado como uma tendência efêmera.

Nos Estados Unidos, o conceito de mostra cada vez mais forte e prova disso são os investimentos que a área recebe. A WeWork, por exemplo, tornou-se a segunda maior startup do país após receber $3 bilhões de investimento do SoftBank, elevando seu valor a $45 bilhões.

Outra grande empresa dos espaços de trabalho flexíveis é a Knotel, que além de alugar o espaço, faz a gestão de todo o ambiente, oferecendo os espaços “as a service”. Neste ano a startup se destacou ao conseguir $60 de fundos vindos de três diferentes empresas em uma rodada de investimentos. Em tempos nacional, o conceito também mostra que veio pra ficar!

Coworking no Brasil

O conceito chegou no Brasil em 2007, com o primeiro coworking em São Paulo. E não foi só em território paulista que os espaços de trabalho compartilhados ganharam espaço. Hoje, segundo dados do Censo Coworking 2018, o Brasil já conta com essa estrutura de ambiente em 26 estados. Ao total, são 1194 espaços espalhados por 169 municípios diferentes.

Crescimento do número de coworkings nos últimos três anos. / Fonte: Censo Coworking 2018

Trabalho conjunto no interior

Todo o conceito de coworking aplica-se muito bem a cenários urbanos, mas nos últimos 30 meses houve uma expansão muito grande desse formato de ambiente profissional e o interior não ficou atrás. Do total, o campo abarca 45% das estações de trabalho.

Perfil das cidades que contam com espaços de trabalho compartilhados. / Fonte: Censo Coworking 2018

Será que realmente vale a pena?

Os motivos para entrar na crescente do compartilhamento de locais de trabalho são vários e vão desde a tranquilidade de não ter que se preocupar com coisas como materiais faltantes no escritório, até a troca de insights e experiências entre as empresas que dividem as salas. A convivência com vários perfis profissionais e diversas áreas do mercado pode ter um grande impacto positivo na bagagem intelectual da(s) equipe(s).

Na ISSO!, primeiro ecossistema de inovação e grande coworking em São Paulo que preza pela região central, a convivência e troca de análises entre tipos de empresas plurais é levada ainda além. Ao integrar companhias de tamanho médio a startups, o hub também viabiliza a comunicação entre empresários tradicionais e a troca de ideias entre donos de startups, criando um ambiente de inovação aquecido pelo constante surgimento de insights. Esse é um dos pontos cruciais para a construção de um ecossistema de inovação que seja funcional de fato.  

O intenso fluxo de informações compartilhadas entre os empreendimentos pode impactar ainda mais do que a criatividade da equipe. A convivência tem potencial para converter-se em muito mais clientes para o seu negócio, uma vez que pessoas diferentes trazem oportunidades diferentes. No caso de um ecossistema de inovação como o da ISSO!, os empresários tradicionais e os donos de startups têm a chance de tornarem-se clientes uns dos outros, seja de forma integral ou em projetos mais específicos.

Assim, o hub mostra que aposta na autonomia de seus tutelados e impacta desde o início direta e positivamente no fluxo de clientes de todos os empreendedores, demonstrando todo o potencial de um bom coworking e os porquês dessa modalidade de espaço não ser algo passageiro. Se ficou curioso, conheça mais sobre a ISSO! baixando nossa brochura:

Equipe ISSO!

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