Quais empresas investem em inovação aberta no mercado brasileiro?

Não é de hoje que a inovação aberta se mostra promissora no mercado brasileiro. Prova disso é a ascensão de startups de diferentes setores e dos unicórnios brasileiros. Quando o assunto são empresas que decidiram investir em startup, essa pluralidade não é diferente.

O Brasil abriga, há alguns anos, grandes empresas que investem em inovação aberta através de programas de corporate venture nos mais diferentes campos do mercado brasileiro. Entre esse inovador grupo, então desde gigantes da tecnologia, até bancos e marcas de cosméticos.

O que é corporate venture?

O termo corporate venture define os programas de inovação aberta de grandes empresas que buscam fomentar o desenvolvimento de novos empreendimentos. Através dos programas, as empresas que os oferecem também transformam seus processos internos através das tecnologias desenvolvidas pelos negócios que recebem esse aporte. No entanto, a ISSO! propõe outra forma de inovar.

Client-Venture

Um novo modelo, o hub da ISSO! busca unir empresas já estabelecidas e startups através das necessidades e soluções. Ou seja, construindo pontes entre quem idealiza a inovação e entre quem tem como executá-la.

O modelo busca suavizar a drenagem e diluição do investimento de capital durante e depois da aceleração das startups. Neste ecossistema, são pagos o retainer fee e success fee pelas empresas e startups, respectivamente.

Quais nomes se envolvem na inovação aberta?

Empresas já conhecidas por incentivar a inovação a nível mundial já apostaram no mercado brasileiro. Por exemplo, as gigantes da tecnologia e da internet, como Google, IBM, Facebook e Intel.

Mas além das marcas que têm a transformação digital em seu DNA, estão áreas do mercado brasileiro como o setor de bancos, representado por Bradesco (InovaBra/Habitat), Itaú, Santander, Banco do Brasil, entre outros. Grandes nomes da tecnologia brasileira também já criaram programas de corporate venture, entre eles a marca nacionalmente popular Positivo e até mesmo o setor de seguros já se aventurou, representados pela Porto Seguro (Oxigênio).

Há ainda negócios varejistas que acreditam na inovação aberta. Magazine Luiza, Pão de Açúcar são exemplos de empresas de grande prestígio que seguem alinhadas aos processos de inovação.

O setor de telefonia também buscou transformar seus processos através do investimento em startups. As operadoras Oi, Vivo e Tim já se engajaram em programas para desenvolver ideias inovadoras.

Quais vantagens para as empresas que ofertam os programas?

Todo o processo de inovação já impactou muito o mercado brasileiro e internacional. Assim, as empresas vêem uma necessidade de trabalharem com as startups antes que se vejam concorrendo com elas.

Junto da transformação de processos e ferramentas utilizadas em qualquer empresa, vem os gastos, que não são baixos. Assim, a inovação aberta também se torna uma das formas mais vantajosas para um negócio se reinventar e se manter em sintonia com os mercados nos quais atua.


Equipe ISSO!

Deixe seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *