Venture Capitals: qual a solução para startups e investidores?

Venture Capitals

No texto anterior sobre Venture Capitals, trouxemos a primeira parte do artigo “The meeting that show me the truth about VCs”, ou “a reunião que me mostrou a verdade sobre as VCs”, com diferentes cenários de como o investimento para startups feito pelos Venture Capitals podem dar resultados.

A grande maioria das suposições do artigo foi pessimista, já que apenas em um cenário pouco realista (como tendo um unicórnio entre as startups investidas) o investimento daria o retorno desejado. Porém, aqui na ISSO!, temos uma outra visão que pode solucionar esse problema.

E qual a solução para os Venture Capitals ?

É aqui que discordamos do autor do artigo da TechCrunch, que propõe receitas que bem sempre se podem aplicar na realidade. Para eles, por exemplo, uma aposta seria reduzir a duração do fundo de 10 para seis anos, o que diminui o retorno esperado do gritante 3x para um 2x muito mais sustentável.  Isso geraria muito menos pressão para um VC retornar US$ 200 milhões em vez de 300.

Como isso pode ser feito em menos tempo? Um ano e dois para procurar e encontrar 10 startups em formato redondo, quatro a cinco anos para crescimento. Adicione alguma pressão contínua sobre os fundadores para vender a toda a volta.

O argumento contrário a isso é que os VCs são impotentes para controlar as saídas – os fundadores executam o programa quando se trata de saídas (ver Uber, Airbnb, etc.) -, portanto, ganhar liquidez mais rapidamente é improvável.

Ainda para o artigo da TechCrunch, devemos ser capazes de encontrar um melhor acesso ao capital que não esteja procurando retornos de 12%, e não podemos encontrar investidores dispostos a obter um rendimento estável de 8% em um fundo de mais de US $ 1 bilhão diversificado em centenas de startups? A mudança de 12% para 8% reduziria o retorno exigido em um terço.

Podemos fazer ainda melhor

Como falamos, a ideia exposta no artigo foge bastante da realidade e é até bastante dura com as Venture Capitals. Por esse motivo, propomos outra solução para que os fundos melhorem seu desempenho, sem precisar recorrer a métodos irreais. A ISSO!, por exemplo, pode ser uma ótima “ferramenta” para alcançar esse objetivo.

Na nossa perspectiva, há a possibilidade das VCs transformarem as startups que não “vingarem” no business model originalmente proposto em ativo que possa futuramente ser valorizado em projetos de inovação aberta. Isso geraria novas oportunidades, que podem levar a pivotagem (mudança) bem sucedidas para essas startups.

Por exemplo: uma startup que em sua proposta original tinha um modelo de negócio B2C, em contato com um ecossistema de inovação, pode passar a ser uma empresa B2B. E como a ISSO! pode ser uma aliada nesse sentido? Bom, basicamente porque, além de proporcionarmos esse ecossistema, o nosso objetivo é também ser uma ponte entre startups e empresas já consolidadas, que podem ser aposta ideal para sua startup.

 

Equipe ISSO!

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